"Longe Deste Insensato Mundo" é despretensioso e conta com uma bela fotografia
Nota: 3 de 5
Minha mãe um dia desses me disse que havia visto um filme na TV que "era lindo" e falava de amor e trabalho. "Longe Deste Insensato Mundo" ("Far from the Madding Crowd") está disponível no Netflix e como boa cinéfila e curiosa, fui logo assistir.
O longa é baseado em um livro e se passa na Inglaterra, em 1827. A história narra a vida de Bathsheba Everdene (uma ótima Carey Mulligan), uma jovem órfã, independente e feminista que herda uma fazenda enorme de um tio morto. Antes de se mudar para controlar a nova riqueza, ela recusa um pedido de casamento do então bonito vizinho, Gabriel Oak (Matthias Schoenaerts). Já na nova propriedade, Gabriel acaba indo trabalhar para ela e a química continua intensa apesar de ela se negar. No entanto, ao lado de sua nova fazenda, seu vizinho rico e mais velho, William Boldwood (Michael Sheen), começa a assediá-la e ela também o recusa. Ela acaba casando com o sargento Troy (Tom Sturridge), um militar que ainda estava se recuperando de um trauma amoroso passado e se aproveita de sua fortuna para fins pessoais e de luxo.
Pode parecer confuso mesmo, mas é intrigante o fato de três homens com personalidades totalmente distintas se apaixonarem por Bathsheba. Ao longo do filme, você começa a se questionar o que é que ela tem de tão especial, mas compreende que as situações de vida de dois deles também influenciam no romance.
Apesar de ser feminista, trabalhadora (o que na época era um absurdo sendo mulher) e determinada, por diversos momentos, ela também se mostra frágil e indecisa. O contraditório é que ela se casa, envolvida por impulso e ciúme, justo com o homem de características e personalidades que tanto criticava.
A história acaba tendo uma reviravolta emocionante e faz a mocinha perceber que precisa se desprender de seu orgulho e teimosia para poder conquistar sua felicidade e seu verdadeiro amor.
Além de possuir uma fotografia e produção lindas que cativam, os figurinos usados por Bathsheba ao decorrer da sua história de vida pobre e rica, são um atrativo à parte. "Longe Deste Insensato Mundo" é agradável e faz com que o telespectador exprima sentimentos pelas decisões de Everdene despretensiosamente, quiçá se identifique em determinados momentos.
Ficha Técnica
Elenco: Carey Mulligan, Matthias Schoenaerts, Michael Sheen, Tom Sturridge, Juno Temple e Jessica Barden
Diretor: Thomas Vinterberg
Duração: 119 minutos
Britney Spears e sua inesquecível apresentação no BBMAs 2016
Dia 22 de maio de 2016 ficará marcado para sempre para os fãs de Britney Spears. A premiação musical Billboard Music Awards (BBMAs) aconteceu em Las Vegas e foi aguardada por 9 anos desde a vergonhosa (sei que alguns viraram fãs da cantora nesta época justamente por conta da apresentação) e insossa apresentação no VMA de 2007.
A expectativa era grande, muito grande e causou todo um burburinho porque a cantora também recebeu o prêmio Billboard Millenium Awards, um dos mais tops da noite. Merecido!
Eu sou fanática pela Britney desde dezembro de 1998, quando assisti a "...Baby One More Time" pela primeira vez na MTV. Não lembro ao certo o que foi que aconteceu naquele dia e nem o motivo pelo qual continuo tão fã até os dias de hoje. Mas, ela me cativou de uma forma que até hoje nenhum (a) outro (a) artista musical me conquistou. Claro que, ao longo destes 18 anos, a minha paixão e fanatismo foram se transformando. Não sou mais daquelas de colecionar objetos, artigos, revistas ou CD`s físicos. Mas, continuo fã por demais, sempre acompanhando tudo o que a envolve. E mais ainda, com muita esperança.
Eu estava mega ansiosa por esta performance, com coração palpitando e querendo sair pela boca (coisa de fã) nos minutos que antecederam a abertura da premiação. A apresentação foi introduzida por um vídeo-resumo de todas as suas conquistas musicais até hoje e da lenda que ela se tornou para a música pop. Com um figurino vermelho arrasador, ela começou a performance com "Work Bitch" super dura. O nervosismo intrínseco pôde ser percebido no começo, mas ela conseguiu se soltar e se sentir mais à vontade ao decorrer das músicas.
A setlist contou com alguns mega sucessos e outras canções nada conhecidas pelo público que não é fã ou nunca se deu ao luxo de ouvir o "In The Zone" completo: "Work Bitch", "Womanizer", "I Love Rock N Roll", "Breathe On Me", "Slave For You", "Touch Of My Hand" e "Toxic", seu maior sucesso em quase 20 anos de carreira.
Com algumas trocas de figurino sob o mesmo maiô cavadíssimo vermelho arrasador com pedras e brilhos em locais estratégicos, Britney deu um gostinho ao mundo de 7 minutos e meio do que ela vem realizando em sua residência em Vegas, só que talvez um pouco mais nervosa.
Foi inteligente, se for pensar, porque ela já está na ativa fazendo isso há meses em sua residência e pode-se até pensar que foi uma jogada de marketing. Mas ela poderia ter se aproveitado da situação e ter trabalhado melhor em uma setlist com hits conhecidos mundialmente e coreografias originais dos sucessos, algo como uma performance saudosista e nostálgica. Principalmente porque a espera para uma apresentação solo em uma premiação dela não acontecia há 9 anos e também pelo fato de ser um medley com seus maiores sucessos!
Ela não é mais a mesma depois de tudo o que passou em 2007-2008. Suas sequências de danças são pobres, curtas e com pouca coreografia trabalhada que não vai mais além do básico que ela acha que ainda consegue fazer. Apesar dos carões, dos sorrisos lindos e genuínos, ela parece muito dura, quase um robô e com pouca flexibilidade do que conseguia-se fazer antigamente. Ela se tornou a mestra do bate-cabelo (como bate, gira, vira, embaraça e joga na cara!), de andar pelo palco e da coreografia de mão. Continua com algumas caras e bocas e com sua sensualidade de sempre. Mas nem um 1/3 de antigamente. É triste. Muito triste.
A apresentação foi super elogiada pela crítica em geral e inclusive pela maioria dos fãs. O público do BBMA`s gritava e vibrava com cada passo que ela dava, tudo conferido de pé, como ela merece.
Ela arrasou? Sim, na medida do possível, sim. Mas eu sei que ela pode muito mais! Em vídeos amadores de ensaios que saem por aí em suas redes sociais, ela parece se soltar muito mais do que no palco. Seu show em Vegas só foi ficar realmente melhorado nesta última temporada de final de 2015 e começo de 2016. Mas ainda não é o suficiente. Ao menos não para mim, uma super fã que vibra, chora, comemora, se orgulha, se queixa e vive emoções ao longo de sua carreira, conquistas, singles, etc.
A Britney Spears hoje é uma lenda do pop, que vai dar ibope, aumento de vendas e causar um burburinho estrondoso não interessa o que faça mais. Não importa se ela faça playback, se ela não dance mais como antes, se ela não solta mais os gritinhos tão famosos de suas turnês antigas como quem estivesse se divertindo, como em "Dream Within a Dream" e "The Onyx Hotel Tour" ou se suas caras e bocas e falas ao longo de seus shows parecem cronometradas e memorizadas, como em "Femme Fatale Tour" ou em algumas partes de Vegas mesmo. Porque é o que parece que a vida dela se tornou pós-colapso, algo robótico, sincronizado, cronometrado e certinho, como se ela estivesse fazendo um esforço enorme para que não saia da atual zona de conforto que se estabeleceu, para que não haja nenhum erro ou chave que possa desencadear outro colapso.
No entanto, é admirável que ela esteja ali, fazendo o que gosta (mesmo que às vezes não aparente e precise se reinventar) e da forma como quiser, sem se importar com a opinião alheia ou que falam sobre ela. Britney atingiu um nível em que ela não precisa se provar mais para ninguém, porque o lugar dela já foi conquistado e está muito bem marcado no universo pop.
Deixo claro que estou analisando ela no palco e em apresentações, porque se for avaliar vida real, posts em suas redes sociais e até mesmo as caras e bocas que faz em tapetes vermelhos e afins, ali você consegue enxergar o motivo pelo qual é fã ou ainda, o motivo pelo qual mantém a esperança acessa de que um dia ela possa verdadeiramente voltar a arrasar e ser ela mesma perante ao público.
"Because you know I`m all about that base, about that base... no treble"... bom, você provavelmente já cansou de ouvir esse refrão diversas vezes. Hit instantâneo do mercado musical em 2014, inclusive alcançando o topo da Billboard Hot 100, a canção colocou em evidência Meghan Trainor, uma cantora e compositora que até então tentava emplacar a música para alguma outra personalidade famosa já conhecida na indústria.
Alguns pensavam que ela poderia ser "one hit wonder" ou ainda, que uma "gordinha" (considerada fora dos padrões estéticos e de beleza atuais) não poderia ir muito longe. Ledo engano. A mocinha sobressaiu e conseguiu manter-se nos charts musicais e nas estações de rádio com suas músicas chicletes do seu EP intitulado "Title", lançado primeiramente com 4 músicas e depois de todo o sucesso, como álbum em 2015.
Pois bem, como está virando costume na indústria musical, um novo CD veio pouco tempo depois. Em 13 de maio de 2016, "Thank You" chegou ao mercado. Com 12 canções na versão "standard" e 15 na versão "deluxe", o material chegou a ficar em terceiro lugar dos mais vendidos nos Estados Unidos. Já as críticas foram medianas e mescladas.
Lembro-me de ter lido uma vez uma entrevista que ela concedeu a um programa de rádio dizendo que sabe de uma fórmula para fazer músicas de sucesso e que um bom hit é aquele que agrada todas as gerações, entre crianças e idosos. Bom, pode ser que ela tenha alguma razão mesmo no que diz, mas dizer que todas as músicas de seu novo CD possuem essa fórmula, há discórdia.
Se, em seu álbum de estreia ela chegou a inovar nas batidas e misturar algumas sonoridades dos anos 50, em "Thank You", em geral, ela parece que cai na mesmisse das tantas outras que adoramos e estamos acostumados nas paradas atuais e que possui vida útil de 3 meses no máximo. Algumas, no entanto, possuem aquela batida "gostosinha" que a consagrou em seu trabalho de estreia, como em "Watch Me Do" e na aleatória "Dance Like Yo Daddy".
O álbum é repleto de canções que se repetem, com batidas eletrônicas e mainstream, como na over "Champagne Problems". O material também conta com participações bem encaixadas do rapper Yo Gotti em "Better", LunchMoney Lewis em "I Love Me", sua mãe, Kelli Trainor, em "Mom" e R. City em "Thank You".
Os diferenciais são a mistura com instrumentos e composições próprias, algo raro atualmente, mas que agrada muito bem. Sua voz soa impecável em várias faixas, principalmente nas baladas fofas de "Hopeless Romantic", "Just a Friend To You" (duas que soam como um acústico) e uma das minhas preferidas, "Kindly Calm Me Down", que combinou maravilhosamente com piano ao fundo.
O material completo é um ode às mulheres (como em "NO" e "Woman UP") e a ela mesma, que brinca com sua atual boa situação, como na chata "Watch Me Do", na divertida "Me Too", na pseudo-reggae-rap "Better" e na "I Love Me", que enaltece a importância de manter-se com sua autoestima elevada mesmo que ao seu redor pareça o contrário. Às vezes, no entanto, há uma sensação de egocentrismo pela repetição do tema. Pode ser por isso que essas duas últimas músicas contaram com participações especiais, para talvez, dar uma "quebrada" no clima.
Ela também presta homenagens. Em "Friends", aos amigos; em "Mom", à sua mãe, que inclusive conta com uma gravação de uma conversa telefônica dela com a própria dizendo que a ama e aos fãs, na ótima "Thank You".
Com "Thank You", Meghan Trainor prova, mais uma vez, sua ótima qualidade vocal e se aventura bem por batidas hip-hop. Porém, é um material mediano, com poucos destaques e que faz você se perguntar se ela não estava enganada (ou se gabando!) quando afirmou que "sabe a fórmula do sucesso". Hum, talvez não desta vez, Meghan!
“Cidades de Papel” é um filme baseado em um livro do autor John Green, famoso depois do sucesso de “A Culpa é das Estrelas”. O longa conta a história de Quin (Nat Wolff), um adolescente do ensino médio apaixonado por sua vizinha, Margo (Cara Delevingne), quem desaparece após a noite mais inesquecível da vida dele. O rapaz, então, resolve procurá-la após encontrar pistas deixadas por ela de sua localidade.
É engraçado o quanto o filme pode fazer você se identificar com a situação, não importa quantos anos você tenha. Margo é uma menina popular no colégio, perseverante e que adora um mistério. Sua característica marcante é o fato de fazer acontecer da forma como quiser e viver a vida como quer, mesmo que tenha que envolver outras pessoas para conquistar seus objetivos. Para ela, todos os dias podem ser intensos, marcantes e de coração pulsante. No entanto, ela está perdida; não sabe o que quer da vida, não sabe quem é.
Quin leva uma vida normal. Garoto inteligente, que sabe o que quer para o seu futuro, participa da banda do colégio e tem dois melhores amigos. No entanto, sua obsessão (e o que acreditava ser amor) por Margo desde criança, acaba por deixá-lo perdido e ele não sossega enquanto não a encontra.
Com seus dois melhores amigos e suas namoradas, eles partem em busca de Margo em uma viagem de carro, que vai mudar a vida de todos antes do baile de formatura.
O filme poderia ser mais uma comedinha romântica adolescente abordando tópicos deste universo que estamos acostumados a assistir. No entanto, vai além. A verdadeira história por trás da motivação da busca de Quin por Margo não é o amor que ele acreditava ter por ela, mas sim o fato de ele “desmistificar” e desprender seus sentimentos por ela, se firmar com o que acreditava e queria, mas que só fica claro para ele ao final do seu objetivo.
O mais interessante, no entanto, está em Margo. Para os mais conservadores, digamos que ela seja inconsequente ou uma adolescente rebelde. Porém, todas as suas ações são consequências do fato de ela não se conhecer verdadeiramente. Ela “desaparece” em uma missão para tentar se encontrar, pois é a forma como acredita que irá conseguir. Mas e aí, será que ela finalmente descobre quem é? E você?
Ficha Técnica
Elenco: Nat Wolff, Cara Delevingne, Justice Smith, Austin Abrams, Halston Sage, Jaz Sinclair, Cara Buono e participação de Ansel Elgort
Uma vez que moramos em outro país, é inevitável que comparações aconteçam. Ao menos até determinado ano ou momento após uma real adaptação. Pois bem, algumas semanas atrás aconteceu algo curioso dentro do ônibus que me fez refletir e a chama da comparação se acendeu.
Um senhor, com uma garrafa de refigerante em mãos, um cheiro peculiar e um jeito relaxado, estava sentado à minha frente no ônibus e puxou a cordinha avisando ao motorista que queria descer. No entanto, o coletivo estava lotado e o senhor, com uma sobriedade questionável, começou a se levantar para se dirigir a uma das portas. Porém, mal teve a oportunidade de dar três passos e o motorista arrancou. Ele se desequilibrou, caiu no chão no meio do ônibus, esparramando o refrigerante em si e não conseguindo se mover mais. Eu e algumas pessoas ao redor oferecemos ajuda, recusada pelo senhor de imediato. Uma menina que estava com uma parte das costas do senhor em seu pé somente pediu, soando esnobe, para que ele retirasse logo dali. E não mais o olhou.
O coletivo continuou se movendo. Uma senhora gritou três vezes com o motorista e então ele parou. Foi até o senhor caído no chão, balbuciando coisas aleatórias e tentou levantá-lo, mesmo que o mesmo estivesse recusando. Com muito esforço, ajuda de outro rapaz e coisa de 5 minutos depois, conseguiram sentar o senhor.
O motorista então resolveu chamar a ambulância. Para isso, todos os passageiros tiveram que deixar o ônibus e esperar o próximo. Uma atitude nobre (ou seria padrão?) do motorista, mas, para a surpresa dos remanescentes que aguardavam no ponto o segundo próximo coletivo, o idoso saiu do ônibus parado tranquilamente, andando com certa dificuldade.
Um caso que poderia ter acontecido em qualquer lugar, claro. No entanto, o que me fez pensar foi a reação das pessoas ao acontecido.
1) O ônibus lotado e uma senhora com campo de visão limitado ao acontecido quem teve que gritar para o motorista, coisa de 2 paradas depois da queda;
2) A “frieza” para com a situação, visto que pouquíssimas pessoas ao redor ofereceram ajuda. A maioria simplesmente ignorou o fato e continuou preocupada com suas próprias atividades;
3) O soar esnobe da menina que pediu para o senhor “sair de cima dela”, porque as costas dele estavam “comprimindo” o seu pé.
Tá. Entendo que uma simples situação cotidiana pode ser uma questão polêmica e que renderia argumentações e linhas de pensamentos para diversos tópicos sociológicos, antropológicos e até filosóficos. Mas, sendo simples e comparando a situação superficialmente com os brasileiros e das experiências que já tive (inclusive desmaiando dentro de um coletivo também lotado no Rio de Janeiro), o meu sentimento foi de que sim, somos um povo solidariedamente superior. O que sinto por aqui é que as pessoas não são “frias” como dizem muitos, mas sim individualistas. Muito. Um sinônimo para uma palavra muito mais forte e evitável: egoísmo. Sem generalizar, uma vez que não é justo.
Esqueça
os preconceitos, pré-julgamentos ou birrinhas internas, Luciana Andrade provou
que tem talento. A cantora demonstrou em show realizado na sexta-feira (24) no
Rio de Janeiro, que pode sim trilhar seus próprios passos no cenário musical.
Antes
do show começar, a presidente do fã-clube de São Paulo e Rio de Janeiro, Raquel
Lima, mobilizou o público presente para fazer surpresas à Luciana durante o
show. Várias bexigas vermelhas para jogar ao final da primeira música e
plaquinhas com mensagens escritas pelos fãs. "Eu te amo", "Você
é minha mind and heart", "Lu, muito sucesso", dentre outras,
foram alguns recados levantados durante o final da música "O Amor e o
Tempo", que Luciana carinhosamente leu e respondeu com um "muito
obrigada, oohh, também amo vocês".
Lu
Andrade & Banda cantaram por cerca de 1 hora e meia. O repertório contou
com 18 músicas, como algumas faixas autorais ("A Casa Mal
Assombrada", "De Longe", "Sempre", "Tão
Diferente", "O Amor e o Tempo", "Mistério Oral" e
"Não sei Deixar Você Ir") e o novo single "Mind and Heart",
que teve o seu clipe exibido no telão antes do grupo subir ao palco.
Alguns
covers também foram apresentados, como: uma apresentação de "Esse tal de Roque
Enrow", da Rita Lee, com uma Luciana bem à vontade no palco; uma versão de
"Mean" da Taylor Swift com um som mais pop e ótimas caras e bocas da
Luciana; uma "Yellow" do Coldplay bem cantada; e uma performance rock
eletrizante de "Live and Let Die" do Paul Mccartney, que fechou o
show.
No
cover de "Suspicious Minds", do Elvis Presley, Luciana anunciou a
presença de Duio Beta, cantor que parou de cantar há um tempo sem motivo e que
a cantora fez questão de convidar para se apresentar com ela. Ao final da
apresentação, Duio contou que foi um presente para ele poder fazer um dueto com
a cantora. "Estou nervoso, mas muito feliz. Você é um exemplo de alguém
que nunca desistiu do sonho. Obrigado pela oportunidade. Não pode parar,
né", disse o cantor ao final da performance para Luciana.
A
banda do grupo mostrou sintonia em todas as músicas do show e interagiram
bastante entre si. O destaque ficou por conta da violinista, pois foge a regra
de uma banda considerada convencional (guitarrista, baixista, baterista e
vocalista) e, juntamente com a voz suave e potente da Luciana criam um som
diferente do usual.
Luciana
transbordou felicidade o tempo todo no show, sorrindo e mostrando-se à vontade
no palco e com os integrantes da sua banda. A cantora conversou várias vezes
com o público entre as músicas e brincou em alguns momentos quando não
conseguia enxergar a setlist do show que estava pregada no chão. "Peraí
que a tia não está enxergando", disse a cantora arrancando risos da plateia.
Muito
simpática, Luciana demonstrou ao público todo o seu carinho, dizendo várias
vezes que amava o Rio de Janeiro e que estava realizando um sonho. "Eu amo
o Rio de Janeiro. Estou muito feliz de estar aqui, o show foi feito com muito
carinho para vocês. A felicidade está grande no meu coração", disse a
cantora no começo do show.
Ao
final da apresentação, quando disse que o show estava acabando, a plateia
respondeu com um "aaahhhh" de quem queria mais. A cantora agradeceu
ao teatro Rival Petrobras, aos técnicos, a produção e todas as pessoas que
deram apoio para ela. "Muito obrigada. O show foi inesquecível para mim.
Vão com Deus. Amo muito vocês."
O
primeiro álbum de estúdio de Lu Andrade e Banda está previsto para ser lançado
ainda esse ano.
Depois
de lançar o segundo DVD ao vivo da carreira no final abril, o "DNA
Tour", Wanessa saiu em turnê para divulgar o show do aclamado material. No
Rio de Janeiro, a cantora se apresentou na sexta, 10, no Vivo Rio.
Natália
Damini foi quem abriu o show da Wanessa. A cantora - que segue o mesmo estilo
da atração principal - cantou por cerca de 30 minutos, sendo a maioria covers
de algumas canções que fizeram sucesso no cenário pop internacional, como
"Sweet Nothing", "Diamonds", "Starships" e
"She Wolf". Mas, apesar das
músicas internacionais, a plateia foi ao delírio mesmo com o novo sucesso da
cantora Anitta, "Show das Poderosas". Além disso, Natália apresentou músicas
de sua carreira, como o novo single "One More Chance".
Wanessa
subiu ao palco às 23:15h, logo depois de um vídeo de introdução da primeira
canção do CD, "Blind Faith", no qual ela aparece sozinha amarrada em
uma camisa de força preta, correndo.
Com
uma produção com ares internacionais, uma equipe contendo bailarinos, DJ,
banda, o show teve duração de quase duas horas e Wanessa conseguiu manter a
plateia animada do começo ao fim da apresentação. Aliás, pique foi o que não
faltou para a cantora, que se esbaldou nas coreografias, no bate-cabelo e não
demonstrava sinais de cansaço durante os muitos momentos que conversava com a
plateia. Sempre simpática e com um sorriso no rosto, demonstrou todo o seu amor
pelo Rio de Janeiro e pelos fãs.
De
acordo com o jornal "Extra", 800 ingressos foram vendidos para a
apresentação. A plateia cantou, gritou e dançou como se o Vivo Rio estivesse
lotado. O ponto alto foi a surpresa que os fãs fizeram para a cantora. Um grupo
levou e distribuiu plaquinhas com um "OH", que foram levantadas
durante a apresentação da música "Hair & Soul". Wanessa ficou
surpresa, feliz e ainda brincou ao final da apresentação dizendo que havia
perdido a concentração e errado a letra.
O
show foi dividido em três blocos. O primeiro, Wanessa, vestida com uma calça e
top pretos brilhantes, incorpora uma mulher séria, sexy e quase não esboça um
sorriso. "DNA", "Stuck On Repeat", "Get Loud!",
"Murder" e "Messiah" foram as músicas escolhidas para a primeira
parte do show, que apresenta uma cantora determinada e muito capaz na linha
musical que escolheu.
No
segundo e maior bloco do show, Wanessa usa um collant vermelho com franjas que
iam até o chão. Já mais à vontade, relaxada, feliz e animada, a cantora mostra
para o público o porque é considerada uma diva atualmente.
"Fly"
(com participação do Ja Rule pelo telão), "Não me Leve a Mal (Let me
Live)", "Sem Querer", "Não Resisto a Nós Dois",
"You Can't Break a Broken Heart", "Amor Amor" (com
participação ao vivo da Preta Gil), "Blow me Away" e "Shine It
On" são as escolhidas para esse momento no show.
A
participação da Preta Gil foi um grande bônus para dar uma maior descontração
durante o show. Ela brinca com a plateia, faz caras e bocas e se diverte junto
com a Wanessa durante "Amor, Amor", cantada em coro pelo público.
"Gente, fui colocar o vestido que usei na gravação do DVD, mas ele estava
folgado! Emagreci", disse Preta sensualizando em um vestido preto depois
de colaborar na canção. A surpresa do show foi Preta cantando uma música sua,
"Estéreo" e ainda levou a plateia a loucura: todos cantaram animados
com a canção.
O
terceiro e último bloco do show é a consagração da Wanessa, no qual ela
demonstra que veio para ficar e que tem muita energia, carisma, ginga e que
está pronta para uma carreira internacional. Com um vestido curto dourado cheio
de brilhos, foi a vez da cantora arrasar com "Atmosphere", "Hair
& Soul", "Worth It (Mr. Jam Remix)", "Sticky
Dough" e "Falling For U".
Tava
linda, tava diva, tava Wanessa e merece um sucesso internacional. Estou na
torcida, e você? Texto também foi publicado no portal Freakout: Wanessa arrasa em apresentação no Rio de Janeiro
Nossa, muito tempo que eu não posto nada por aqui!!! Hoje também não vai ser nada muito novo, mas só para deixar registrado algo que deveria ter feito em julho de 2012, quando o trabalho ficou inteiramente pronto.
O Trabalho de Conclusão de Curso na minha faculdade consiste em: o projeto teórico completo, um programa de rádio, um programa de TV, uma revista e um site ou blog. Todas as mídias desenvolvidas para um único público-alvo. A escolha do meu grupo foi jovens de 15 a 24 anos.
Apesar de alguns erros de iniciantes e amadores, tenho muito orgulho do resultado e de todo o processo. Deu muito trabalho, mas foi muito bom!
E chegou.. 12 de junho.. mais um dia dos namorados. Esse ano em um dia não muito agradável para os casais comemorarem. E desde quando isso importa, não é? Pode ter sido comemorado ontem (11/06), na segunda-feira mesmo. Ou ainda, no feriadinho que tivemos dia 07/06 ou no próximo final de semana. O que importa é comemorar, estar junto, dar muito beijos, jantar a luz de velas, presentes dos mais diversos (as meninas suspiram por um kit com bichos de pelúcia, chocolates e uma carta super romântica. Enquanto a maioria dos meninos sorriem para as camisetas, carteiras, cintos e perfumes. Mas, claro, com uma super carta apaixonadíssima escrita pela namorada).
Quem não quer um amor? Pode não ser para hoje. Mas, com certeza, amanhã você quer. Afinal, não estamos nessa vida para ficarmos sozinhos. Tudo bem que você pode ser do movimento dos (as) solteiros (as) e que viver sozinho é a melhor coisa do mundo. Mas, sabe, um dia você pode mudar de ideia (tenho tias mais velhas que passaram por isso. E cuidado para não ser tarde demais, hein).
A solteirice pode parecer realmente muito boa. Afinal, compromisso? Dar satisfação? Gastar dinheiro com presentes? Se preocupar com o que a família do amor vai pensar? Neca que te biripas... mas, gente.. o amor.. pode não ser sempre a solução para tudo, pode causar raiva, ciúmes, agonia, tensão... mas, muda tanto a gente.
Um amor para dividir, para compartilhar, para gastar as energias em um dia super estressante e nervoso, para fazer amor, para comer junto, assistir aqueeeeele filminho com uma pipoca supimpa, ter um super cobertor de orelha para os dias mais frios.
O amor é lindo sim. Ah, tudo bem, que clichê. Acha que o homem dos seus sonhos vai aparecer no cavalo branco com uma rosa vermelha e dizer que lhe ama? Ou que vai ser igual a um super filme de amor que você adora, ou que as coisas que eles demonstram realmente acontece? Ah, gente.. não somos mais tão idealistas assim.
Mas, o amor complementa a nossa vida. O amor faz a gente suspirar, tremer as pernas, suar, faz o coração bater mais forte. E é tão bom quando a gente ama e é compartilhado. Aí sim, não há coisa melhor.
Nesse dia dos namorados, aproveite, curta, namore, beije muito. E para os solteiros.. não fiquem com inveja ;) Sejam menos exigentes, se abram mais e deem a oportunidade para que o amor invada também o coração de vocês.
E, às vezes, por pior que esteja uma "geração", não desistam. O ser humano costuma ser tão esperançoso, então porque não acreditar que um dia, o amor pode acontecer e que ele vai ser só seu. Pode não ser em uma hora que você mais queira ou que mais precisa. Mas, vai ter alguém lá para você um dia (que menos esperar ou que estiver preparado (a) e pode ser amor à primeira vista, a segunda vista, ao terceiro encontro ou o que for.. ele vai te fazer querer ficar juntinho. Para o resto da vida.
Como diria Titãs em Epitáfio "Devia ter amado mais..."
Ou ainda, um dos "poemas" mais lidos em casamentos ou em qualquer outro ato que simbolize o amor, para demonstrar o quão forte e poderoso ele é: Coríntios cap. 13; vers. 1 a 13:
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.
Imagem: Google Imagens Montagem: Nathalya Thays (obrigada, Nathy!)
Minha última atividade do período passado na faculdade... Antigo, mas.. postando
Amizade Colorida ("Friends with Benefits") - Assisti dia: 17/10/2011
Nota: 3 de 5
"Amizade Colorida" ironiza os clichês hollywoodianos, mas acaba por se inserir neles
Duas pessoas que se conheceram há um tempo ou recentemente resolvem manter relações sexuais sem compromisso e sem sentimento para que não haja sofrimento por parte deles e nem cobrança, características normalmente típicas de namoro. Essa fórmula não é novidade nos cinemas, mas os estúdios gostam de continuar repetindo o feito. Afinal, comédia romântica é um dos gêneros que mais se encontra por aí, já que, filmes deste tipo, leves, engraçadinhos e divertidos costumam agradar a maioria dos espectadores.
"Amizade Colorida" conta a história de Jamie (Mila Kunis), uma caça-talentos falante, romântica e sonhadora que conhece Dylan (Justin Timberlake) ao apresentá-lo para sua nova profissão em uma revista famosa americana. Para convencê-lo a ficar em Nova Iorque, ela mostra para ele os pontos mais interessantes em um dia. A partir de então, viram amigos e decidem manter relações sexuais sem compromisso, cobrança e mentiras sobre como gostam do ato.
O filme desenrola com alguns conhecidos clichês de comédias românticas, mas conta com diálogos perspicácias, espertos e ágeis. A atuação dos atores principais é bem à vontade, protagonizando cenas de nudez sem pudores. Talvez seja por este motivo que os boatos de que os dois atores estariam vivendo um romance na vida real pipocaram na imprensa.
Voltando ao filme, a situação entre Dylan e Jamie parece muito bem resolvida e decidida como está, até que o sentimento, claro, principalmente da mocinha, bate mais forte e reina na produção. Nesta parte do filme, pode-se perceber que apesar de ironizar os clichês hollywoodianos de alguns filmes, "Amizade Colorida" acaba inserindo-se neles, com um roteiro divertido. Mas, como acontece comumente nas comédias românticas, previsível.
"Amizade Colorida" é um passatempo muito bom para quem procura diversão, entretenimento e 109 minutos do dia descompromissados.
Ficha Técnica Elenco: Mila Kunis, Justin Timberlake, Woody Harrelson, Jenna Elfman, Richard Jenkins, Rashida Jones, Patricia Clarkson, Emma Stone Diretor: Will Gluck Duração: 109 minutos